Foi a Sónia...
A música de Amália nunca encaixou lá muito no meu gosto musical.
Sou ateu, e como tal a letra desta música dá-me mesmo uma certa volta ao estômago.
A versão dos "Amália Hoje" retrata bem a grandiosidade que foi Amália e que lhe deve ser atribuída enquanto grande senhora do Fado (e da música portuguesa em geral). Mas...
...foi a Sónia que me fez por aqui este vídeo. Miúda, és boa como o milho, e cantas melhor ainda. Quando meteres o Fernando Ribeiro a andar, liga-me :P
(Sim, este é o post mais pimba, lamechas, baixo nível, obreiro, e {inserir todo e qualquer adjectivo depreciativo existente}. Mas estou num daqueles dias em que ou digo disparates à séria, ou mando o mundo todo à merda ainda mais à seria. Opá, e têm de admitir: a miúda canta bem)
A solitária felicidade
(Digo-o como um messias o diria a quem aguarda com fé e perseverança as suas muito esperadas palavras)
Meus amigos, estamos fodidos...
Poderia dizê-lo de outro modo. Talvez tentar amenizar as palavras, para evitar chocar alguns ou não desesperar outros. Mas não. É assim que tem de ser dito, e não o direi por meias palavras apenas para facilitar a sua digestão.
Dependemos sempre de alguém. Amigos, família, etc. Dependemos deles para que a nossa vida possa ser facilitada. Dependemos deles para que a vida seja como a conhecemos, e nenhum de nós é capaz de equacionar o seu mundo de outro modo.
Desde cedo somos ensinados a viver em sociedade. Aprendemos a lidar com os nossos pais, depois com os amigos. Interiorizamos e automatizamos a noção de confiança em alguém, e distribui-mo-la por entre quem nos rodeia, com base em critérios mais ou menos padrão. Aprendemos a filtrar o que damos de nós com base nisso, e procuramos sempre hierarquizar o que as pessoas significam para nós. Aprendemos a confiar e a depender.
E aí, fodemo-nos. Como se costuma dizer, "à grande". Ficamos dependentes de quem nos rodeia. Deixamos de lidar sozinhos com o mundo, porque é mais fácil pedir a alguém que nos ajude com essa tarefa. É mais fácil pedir que nos ensinem como tonar a nossa vida mais fácil, do que descobrirmos nós próprios como isso se faz. E, à partida, limitámo-nos.
Nunca contamos com a possibilidade de não termos ninguém que nos ajude a facilitar a nossa vida. Nunca aprendemos a lidar com algumas situações sem recorrer a alguém. E, pior que tudo, nunca pusemos a hipótese de que isso pudesse acontecer. E, quando acontece, caímos de cara ao chão e ficamos sem saber muito bem como nos havemos de levantar.
Damos por nós a tentar descobrir como sair desta situação. E, mesmo que sejamos capazes de o fazer, o choque que sofremos ao descobrimos que estamos sós deixa-nos perplexos e imóveis. E aí ficamos, à espera que alguém passe e nos ajude, ou que as coisas passem por elas mesmas e que um dia sejamos capazes de nos pormos de pé novamente.
Finalmente um dia somos capazes de voltar a ser nós mesmos. E, para tentar que a situação não se repita, voltamos a confiar nos outros, na esperança de que não nos deixem sós novamente. Porque foi isso que sempre nos ensinaram: a depender, a confiar, a dar e esperar (e desesperar) receber.
E aqui há um circulo vicioso. Meus amigos, estamos fodidos...
Meus amigos, estamos fodidos...
Poderia dizê-lo de outro modo. Talvez tentar amenizar as palavras, para evitar chocar alguns ou não desesperar outros. Mas não. É assim que tem de ser dito, e não o direi por meias palavras apenas para facilitar a sua digestão.
Dependemos sempre de alguém. Amigos, família, etc. Dependemos deles para que a nossa vida possa ser facilitada. Dependemos deles para que a vida seja como a conhecemos, e nenhum de nós é capaz de equacionar o seu mundo de outro modo.
Desde cedo somos ensinados a viver em sociedade. Aprendemos a lidar com os nossos pais, depois com os amigos. Interiorizamos e automatizamos a noção de confiança em alguém, e distribui-mo-la por entre quem nos rodeia, com base em critérios mais ou menos padrão. Aprendemos a filtrar o que damos de nós com base nisso, e procuramos sempre hierarquizar o que as pessoas significam para nós. Aprendemos a confiar e a depender.
E aí, fodemo-nos. Como se costuma dizer, "à grande". Ficamos dependentes de quem nos rodeia. Deixamos de lidar sozinhos com o mundo, porque é mais fácil pedir a alguém que nos ajude com essa tarefa. É mais fácil pedir que nos ensinem como tonar a nossa vida mais fácil, do que descobrirmos nós próprios como isso se faz. E, à partida, limitámo-nos.
Nunca contamos com a possibilidade de não termos ninguém que nos ajude a facilitar a nossa vida. Nunca aprendemos a lidar com algumas situações sem recorrer a alguém. E, pior que tudo, nunca pusemos a hipótese de que isso pudesse acontecer. E, quando acontece, caímos de cara ao chão e ficamos sem saber muito bem como nos havemos de levantar.
Damos por nós a tentar descobrir como sair desta situação. E, mesmo que sejamos capazes de o fazer, o choque que sofremos ao descobrimos que estamos sós deixa-nos perplexos e imóveis. E aí ficamos, à espera que alguém passe e nos ajude, ou que as coisas passem por elas mesmas e que um dia sejamos capazes de nos pormos de pé novamente.
Finalmente um dia somos capazes de voltar a ser nós mesmos. E, para tentar que a situação não se repita, voltamos a confiar nos outros, na esperança de que não nos deixem sós novamente. Porque foi isso que sempre nos ensinaram: a depender, a confiar, a dar e esperar (e desesperar) receber.
E aqui há um circulo vicioso. Meus amigos, estamos fodidos...
Procura-se...
(Há dias em que é difícil decidir qual o estado de espírito em que estou. Ultimamente, felizmente ou infelizmente, não tem acontecido)
Procura-se espaço de qualquer natureza para liberdade criativa. Pretende-se sitio sossegado, sem barulhos penetrantes de fundo nem complicações históricas ou de outra espécie. Preferência por locais nocturnos, pouco iluminados, com abundante luar e toque de mar.
Procura-se espaço de qualquer natureza para liberdade criativa. Pretende-se sitio sossegado, sem barulhos penetrantes de fundo nem complicações históricas ou de outra espécie. Preferência por locais nocturnos, pouco iluminados, com abundante luar e toque de mar.
Starbucks
Pois bem, decidi seguir a sugestão da Vio e vir até ao Starbucks beber qualquer coisa (que não um expresso, pois isso seria um crime) e escrever um post. Sim, eu que sempre fui contra o Starbucks, vim cá e paguei por um producto por eles vendido. E estou a utilizar a net deles. E devo confessar que não é mau de todo. Diante de mim tenho uma caneca bem gira (que roubaria se me tivesse sentado mais próximo da porta) cheia de uma bebida de nome estranho que consiste num galão morno com natas e leite condensado (supostamente é chocolate branco, mas sabe a leite condensado) e tenho net no ipod. Não há muita gente à volta e a musica ambiente até nem é má (embora prefira a do ipod) pelo que até é um sitio agradável para se vir escrever qulauer coisa quando o bar da fnac está à pinha ou com eventos a decorrer.
Ps.: que isto não sirva de motivo para pensarem que gosto do Starbucks. Deixei de não gostar para rolerar o sítio. Ainda assim, se algum dia vir cá algum amigo meu a beber um expresso, deixo de lhe falar. E risco-lhe o carro. E pinto-lhe o cão/gato/pássaro/peixe/whatever com tinta côr-de-rosa. Fica o aviso!
Ps.: que isto não sirva de motivo para pensarem que gosto do Starbucks. Deixei de não gostar para rolerar o sítio. Ainda assim, se algum dia vir cá algum amigo meu a beber um expresso, deixo de lhe falar. E risco-lhe o carro. E pinto-lhe o cão/gato/pássaro/peixe/whatever com tinta côr-de-rosa. Fica o aviso!
Flaky
Hoje perguntaram-me onde fui arranjar a minha "foto" de perfil (eu sei que a expressão mais indicada é "avatar" mas, à pala do senhor James Cameron, essa palavra passou a ter uma conotação muito negativa para mim).
Pois bem, o dito bicho chama-se Flaky
E, para o ver em acção, podem ir a este site.
Enjoy ;)
Pois bem, o dito bicho chama-se Flaky
E, para o ver em acção, podem ir a este site.
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